Nesse sonho, o Senhor da Esfera, dizia-me que eu era o Oitavo, na Esfera Celeste. Foi tão real que, muito tempo, fiquei a pensar nisso!
Doutra vez, sonhei com o Antar, o meu cavalo branco que faz tudo. Coiceava viaturas cujos ocupantes me queriam matar. Eu só me preocupava com as pessoas que podiam levar com os carros em cima mas, o Antar pôs-me à vontade.
Tenho tido muitos sonhos com esse belo cavalo, no último andamos a caminhar por Adrão.
Há duas noites sonhei que estava do lado do Gondomil, na estrada a ver Adrão a arder. Todas as casas ardiam do cabo do Eido ao Eirado e a fogueira era de tal ordem, que me parecia, só ficariam cinzas.
Claro que são apenas sonhos, mas uma parte da minha vida tem sido completada com sonhos e pesadelos.
Pormenor do Presépio do Hospital da Luz, em Lisboa - Natal de 2010
Uma vez, em Moçambique, sonhei com os companheiros da caminhada contrária - a Frelimo - ou, como a gente dizia - os turras! Eles estavam a colocar morteiros para nos bombardearem, em Marrupa. Felizmente, não se entendiam bem com esses brinquedos! No dia seguinte, pensando no meu sonho, fui ao local, por onde nunca tinha passado. Peguei na G-3, no Zorba, na Diana preta, no Bolinhas e fomos fazer uma das nossas caminhadas. Subir o pequeno morro, que se situava do lado de Marrupa, relativamente perto da nossa pista. Lá estavam os sinais todos, daquilo que o meu sonho me mostrou. O terreno pisado, o local onde colocaram, pelo menos, um morteiro que especialistas do Comando do Sector "E" confirmaram. Não estavam os homens nem os morteiros (no meu sonho, eram dois!) mas, estavam os sinais de todo esse reboliço.
Agora tive mais um sonho depois de ter escrito o post anterior: "Foi assim há muitos Anos"!
Logo de seguida sonhei com mais uma caminhada por Belém, por Jerusalém, ... com o nascimento do Menino, com os animais, com as pessoas e com as caras destas cheias de medo, poderei considerar de terror. Os judeus, os falsos judeus, os árabes, os romanos e o medo do povo de Belém devido a outros judeus, aos romanos e a Herodes. Um sonho confuso mas dentro dos preâmbulos relacionados com o PRESÉPIO.
No dia seguinte, eu e a minha companheira de muitas caminhadas, tivemos de ir ao Hospital da Luz e mal saí do elevador e pus os pés na Recepção, a primeira "coisa" que vi foi o Presépio e a árvore da Natal ao lado.
Dirigimo-nos para o balcão e, voltei a olhar o Presépio. Encaminhei-me para ele e observei toda aquela obra de arte. Voltei ao balcão da Recepção e perguntei à mocinha que nos atendeu, que acha que pode acontecer se eu pegar na minha máquina, voltar ao Presépio e começar a disparar, fazendo umas fotos? Os seus patrões são mauzinhos?
"Então! Chega lá, tira as fotos, muita gente tira"!
É isso que vou fazer! Fui lá e tirei 3 fotos. Subimos ao primeiro piso, ao médico e, quando voltamos a descer, reiniciei a metralha de clicks! E fiz um videozito que vos deixo aqui.
Linda reportagem...lindo o video que fizeste...lindo o presérpio e tuas história de Natal! Parabéns, meu amigo e obrigada por partilhares estas coisas lindas que trouxeste aqui! Fico sempre encantada com tus estórias LINDAS! Santo Natal e beijão grande para ti e todos em casa! Melhoras!
Num dia frio, há anos atrás, o Ventor contou-me uma história. Mais uma história que faz parte da sua Caminhada de Sonhos e, por isso, faz parte, também, da sua Grande Caminhada.
Uma pintura de Belém, em 1882
A minha Dona, fazia a Árvore de Natal, e eu parti-lhe duas bolas. Depois começou a fazer o Presépio e eu virei o Menino Jesus, nas palhinhas, com as unhas.
Depois o Ventor chegou e eu pensei fugir mas, ele apanhou-me, apertou-me contra o seu peito e fez-me muitas festas. Depois explicou-me porque a Dona gostava de fazer a Árvore e o Presépio, pelo Natal. Ele disse-me:
«Sabes Quico! Vou-te contar mais coisas sobre as minhas caminhadas.
Este mundo é muito complicado. No princípio, como já sabes, vivia na escuridão e, como também sabes, só a luz termina com a escuridão. Mas o mundo que saiu da escuridão total, na sua evolução, passou por vários ciclos. Ciclos de calor e ciclos de frio, ciclos de escuridão e ciclos de Luz. Nesses ciclos, tudo se mantém em movimento e, até nos ciclos de escuridão porque tem passado a humanidade, esse movimento é real.
Houve, através dos milénios, ciclos terríveis em que a humanidade vivia tal como os outros animais, escondida nas cavernas, mas pouco se sabe desses tempos. Não havia escrita, não havia papéis, não havia papiros, ... enfim, podemos acreditar que terão sido muitos os ciclos negros da Humanidade. Mas lá está! De vez em quando, fazia-se alguma luz na cabeça das pessoas de então. Tal como hoje, haviam homens que pensavam nas coisas, como transformá-las, como mantê-las, como usá-las, como
Se tu veres bem, pelo que eu te tenho contado, a vida no mundo, no nosso mundo antigo, como neste nosso mundo moderno, foi sempre uma vida de guerras, de mortes, de escravidão dos mais fracos, pelos mais fortes. Mas, houve sempre homens, enviados pela vontade do Senhor da Esfera para dar um pouco de Luz à humanidade, para lhe inculcar na cabeça, novas maneiras de pensarem e actuarem. Foi assim com Confúcio, com Buda, com Cristo. Um dia falar-te-ei dos outros mas, hoje, falo-te daquele que levou a Dona a lembrar-se Dele, nesta época, para lembrar às pessoas que ele ensinou todos a comportarem-se bem perante os seus semelhantes».
O local onde nasceu Jesus
E o Ventor continuou a ensinar-me mais coisas do Jesus de Nazaré, Aquele a Quem chamaram Jesus Cristo.
Disse-me, o Ventor que, num mês de Dezembro de há cerca de 2000 anos, pouco mais, chegava, ele a Belém, uma cidadezinha da Palestina e, encontrou nas alturas, uma estrela muito especial. Ela brilhava tanto que deixou as pessoas com receio de que as coisas, na esfera azul, pudessem correr mal. O Ventor estranhou o comportamento do Antar, rodopiando sempre, obrigando o Ventor a manter os olhos firmes nessa estrela. Mais pessoas estavam de olhos no céu a ver a estrela brilhante e o Antar, sempre rodopiando, acabou por ir encostar-se de rabo, contra as costelas do Camelo de um tal Baltazar, um amigo do Ventor. Os dois companheiros de grandes caminhadas pelos desertos tórridos e gelados do Médio Oriente de então, acalmaram-se e ficaram ali observando tudo, em volta, partindo o Baltazar e o Ventor até uma cabaninha que ali estava. Mal o Ventor entrou no estábulo dessa cabaninha, viu um Menino muito pequenino a tiritar de frio e a vaquinha, o burrinho, as ovelhinhas, os seus pais e mais algumas pessoas, à sua volta, a tentarem dar o pouco aconchego que podiam.
O Presépio
O Ventor viu-se mal para entrar a porta porque o seu arco foi-se encravar na aldraba e uma das pontas num buraco mais acima. O Ventor que ainda não sabia o que se passava, ficou um pouco envergonhado por levar aquela coisa com ele em vez de o deixar à guarda do Antar, mas a distração é a morte do artista e mais acabrunhado ficou quando viu um menino recém-nascido, cheio de frio, sorrindo com a sua trapalhada e, mais ainda, quando aquele Menino, complementando o sorriso, lhe piscou o olho!
Mas o Ventor contou-me que tudo foi tão complicado que, se calhar, nem lembraria ao diabo tudo aquilo. Em tão pouco tempo, o terror espalhou-se pela bela cidade de Belém e não só. Houve perseguições a todas as crianças até dois anos, por um Rei anedota, chamado Herodes, que tinha medo que aquele Menino lhe usurpasse o trono. Herodes mandou que todas as crianças abaixo de dois anos fossem assassinadas, para o Menino Jesus, que diziam que vinha herdar o Reino de David, não pudesse sobreviver.
Os cavaleiros e soldados de Herodes, todos os meninos barões que encontrassem, decapitavam-nos logo. O Ventor que ficou ali por Belém, mais algum tempo que o que pensava, ainda pensou interferir com os cavaleiros de Herodes que calcorreavam as ruas empedradas de Belém, mas o Senhor da Esfera, pediu-lhe para não interferir nem com o Antar nem com o seu temível arco.
A Igreja da Natividade
Mas a Mãe do Menino Jesus, conseguiu fugir para o Egipto com ele e Herodes com a sua trupe, não o apanharam.
O Ventor contou-me muitas coisas sobre esse Menino, o seu crescimento, a sua vida de criança, a sua vida de homem e a lição que ele deu aos doutores, no Templo, só com oito anos. O Ventor disse que iria contar-me muitas mais histórias e que apenas queria que eu soubesse porque a nossa Dona tinha tanto trabalho a fazer uma Árvore de Natal e um Presépio.
Disse-me, também, que, apesar de nunca ouvirmos dizer que o Menino Jesus tenha pegado em gatos ao colo como faz o Ventor, o Ventor disse-me que Ele tinha tanta preocupação com os animais como com os homens e que a harmonia do mundo só existe se houver harmonia entre os próprios homens e entre estes e os animais. Mas como podemos ver todos os dias, muitas das pessoas de hoje, como as de ontem, nunca ligaram aos bons ensinamentos pregados por Jesus, para que essa harmonia fosse geral entre os homens, quanto mais entre os homens e os animais.
Agora eu prometi ao Ventor não voltar a mexer nas coisas da minha Dona e nunca mais vou estragar nada.
Voltarei a contar-vos, por aqui, na Net, algumas das histórias que vou ouvindo ao Ventor e deixarei aqui, também, os votos de Boas Festas e de um Santo Natal para todos os que por aqui passarem.
Não se esqueçam que o Ventor também me disse que este espírito natalício deve permanecer no nosso coração, o ano inteiro.
Um solinho lindo num dia de Natal
BOM NATAL e BOAS FESTAS, minha gente!!!
Que o Senhor da Esfera esteja sempre convosco
Uma das árvores de Natal do Quico. Era tão bom mexer naquelas bolinhas!
Bonita tua história da Natividade de Jesus e tudo o que a envolveu, bem como o comportamento e emoções de todos que te rodeiam... Adorei ler tua estória linda, meu amigo, como sempre! EU gostava de escrever algo como fiz ano transacto, mas este ano estou um pouo em baixo, devido a problemas que sabes de doenças, várias que me afectam ...e não tenho disposição para nada. Assim, vou lendo o que escreveste e já fico feliz! Da minha pare, agradeço os desejos de Bom Natal! Desejo-vos, sinceramente um SANTO E FELIZ NATAL e um NOVO ANO de 2011 cheio de muita PAZ, AMOR e Saúde, para todos vovês! Dá beijinhos à Gi, D. Júlia, Nini, Carlos e pra ti um em especial, por nunca te esqueceres de teus amigos ... Fiquem BEM, meus AMIGOS!
Jesus nasceu no buraco? A tia Rosa Félix diria.((AI JééééééééééééééSUS tu que me dizes isso)). Em todo o caso tudo està muito bem dito, mas a realidade é outra inflizmente. Contudo isto, eu ainda nâo fiz a minha àrvore, tenho que me meter a ela .
Um Santo Natal para vocês todos, cheio de alegria, saude, amor e paz e nâo deixemos de pensar, em quem sofre, por um motivo ou outro.BEIJOS PARA TODOS E BOAS-FESTAS !!
Durante as guerras de Nabuco com o reino de Judá, houve duas deportações de judeus para Babilónia.
A primeira deportação foi levada a efeito quando da rendição voluntária do rei Joaquim, de Judá, em 598 A.C., para evitar a destruição da cidade de Jerusalém e do seu Templo. Mas, por razões várias, especialmente a insubordinação dos judeus à tirania babilónica, de Nabucodonosor, este, cerca de 11 anos depois, voltou a cercar Jerusalém (587 A.C.) e, ao fim de 18 meses de cerco, tomou a cidade, que arrasou e destruiu o seu Templo, deportando mais judeus para Babilónia. Assim, os judeus ficaram cativos, em Babilónia, entre 48 a 60 anos. Os primeiros deportados na rendição do Rei Joaquim ficaram cativos dos babilónios, 60 anos e os segundos deportados quando da destruição de Jerusalém e do Templo, cerca de 48 anos.
Mas eis que, o Senhor da Esfera fez nascer uma criança iluminada, lá pelo planalto iraniano!
Podia ser assim! O Senhor ordenar a Ciro a libertação dos espezinhados!
Foram as vozes dos anjos que levaram a boa nova desde o Eufrates ao Jordão e, mais tarde, essas vozes, embrenharam-se nas pétalas das flores que, levadas pelos ventos e semeadas pelas correntes dos rios e dos mares, sopradas pelo bafo de Eolos e iluminadas pela luz e sabedoria do meu amigo Apolo, correram todo o mundo até o meu amigo Verdi as recordar na sua música, procurando, também com elas, recordar aos italianos que, deveriam juntar-se na saga da sua luta contra os austríacos, os seus "babilónios". Esta música pode ser, em todo mundo, uma mensagem contra todas as tiranias.
O avô dessa criança, o rei dos Medos, teve um sonho e os sacerdotes, seus concelheiros, lhe disseram que iria ter um neto que tomaria o lugar de rei dos medos e todo o mundo, em redor. Mas o rei não queria um neto que os augúrios lhe diziam viria a ter mais poder do que ele. Por isso, Astiages, rei dos Medos e avô de Ciro II, o Grande, entregou o seu neto ao seu mordomo Harpago e ordenou-lhe que o levasse e o matasse nas montanhas.
Harpago, ao observar a criança, concluiu que era muito linda e achou disparatada a ordem do seu rei. Por isso, em vez de matar a criança, deu-a a um pastor para tomar conta dela. Mas Astiages acabou por descobrir a traição! Por isso, mandou matar o filho de Harpago e deu-lho a comer num jantar e Harpago apenas teve conhecimento do que fora o seu jantar quando, no fim, lhe entregaram a cabeça do filho numa bandeja.
O túmulo de Ciro II, o Grande, em Persagade, fundador do Império Persa, libertador do povo judeu do Cativeiro de Babilónia - foto tirada da Wikipédia, da autoria de Truth Seeker
Entretanto, Ciro tornou-se rei dos persas e, Harpago liderou uma revolta que derrotou Astiages e o levou prisioneiro perante Ciro II. Ciro perdoou a vida ao seu avô (terá tido a mesma atitude que César teve mais tarde quando disse: "longa vida aos meus inimigos para que assistam de pé à minha vitória"! Por isso, Ciro perdoou a vida do avô mas avançou sobre o reino dos medos e tomou Ecbatna, a sua capital, arrastando com ela todo o território da Média. De seguida virou-se para os inimigos dos medos, tomou o Reino da Lídia, e todo o território até ao Turquestão de hoje. Por fim, preparou tudo para tomar o Reino de Babilónia e conseguiu-o.
Ide, reconstruide Jerusalém e o vosso Templo
Ciro tinha uma missão atribuída pelo Senhor da Esfera. Tomar Babilónia e libertar os escravos judeus. Assim, em 539 A.C., Ciro tomou o Reino de Babilónia e em 537, dois anos depois, ordenou que os judeus fossem autorizados a regressar à sua terra e reconstruir o seu Templo.
Assim, Ciro ficou com dois povos agradecidos pela sua atitude, o Reino de Judá e os Fenícios que sempre lhe agradeceram terem tomado Babilónia o que permitiu aos fenícios viverem em paz. Como os fenícios tinham uma boa força naval para a época, essa força esteve sempre ao serviço dos persas até que o meu amigo Alexandre lhe pôs termo, cerca de 200 anos depois.
Ciro, o Grande, morreu numa batalha contra os Massagetas, um povo persa que tinha os seus pousios entre o mar Cáspio e o mar Aral, sucedendo-lhe seu filho Cambises do qual falaremos, por aqui, mais tarde.
O que nos ficou de Ciro II, o Grande, foi a conquista do neo-Império Babilónico, a libertação dos judeus, a unificação dos povos persas e medos, a tolerância religiosa, a permissão de que fossem os príncipes locais a administrarem os seus povos e não permitir que os poderosos escravizassem seus súbditos.
Agora, com Cambises, Xerxes e Dario, vêm aí as guerras persas contra a Grécia.
Olá meu querido amigo! É sempre um deleite para mim vir visitar-te e ler tuas histórias...Como te disse numa fui uma apaixonada por "História", talvez devido à minha infância (traumas com minha professora de primária), no entanto, sempre me deliciei ouvir meu pai...que como tu, sabe discutir (no bom sentido da palavra, claro), qualquer tema acerca... E tu, de facto, és um exemplo de como atrair qualquer um , mesmo aqueles que nunca se deixaram despertar por essas narrativas, como eu, por exemplo... Gostei do teu texto como sempre ...e fiquei encantada com a forma como o abordas...Parabéns! Adorei ouvir Nabuco e este tema que sempre me cativou "Va Pensiero"...Lindo e adequado a este tema aqui exposto! Um beijinho para ti e todos em tua casa. meu amigo! Melhoras de todos...e tuas, também!
Nabuco, foi assim que Verdi lhe chamou, era filho de Nabopolassar, velho amigo do Ventor e ficou conhecido na história por Nabucodonosor II o 2º Rei do Neo-Império Babilónico (reconstituído por Nabopolassar). Disse o Ventor ao Quico e ele assim escreveu:
«Nabucodonosor II, sucedeu a Nabopolassar, seu pai e governou os destinos da bela cidade de Babilónia e seu império, durante 43 anos, entre 604 A.C. e 562 A.C.. Ele sucedeu a seu pai, Nabopolassar, e começou logo a sofrer duma doença conhecida, em todo o mundo, como megalomania.
Não gostava dos judeus e lembrou-se de alargar o império Babilónico, herdado de seu pai, Nabopolassar, amigo do Ventor que, anos antes, se havia revoltado contra o rei Assírio com a ajuda do Ventor e de outros.
Nabucodonosor II, é o mais conhecido governante do Império Neo-Babilónico. Fez um tratado com o Rei da Média, Ciáxares, velho amigo de seu pai, no qual estava previsto o seu casamento com sua filha Amitis, princesa dos Medos, realizado em 612 A.C..
Depois de considerar, em segurança, a sua retaguarda, reforçada pelos Medos, decidiu alargar as suas fronteiras, em direcção do Egipto e decidira destruir o estado tampão de Israel, bem como tudo que encontrasse pela frente. Mas foi a conquista do Reino de Judá que tornou o Rei Nabucudonosor famoso, devido à destruição de Jerusalém e do seu Templo, em 587 A.C..
Mas Nabucodonosor ficou também famoso pelas suas construções levadas a cabo na velha cidade de Babilónia, entre elas, os seus Jardins Suspensos, uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Os jardins suspensos de Babilónia, construídos por Nabucodonosor II (um desenho imaginativo tirado da Wikipédia)
Esses jardins terão sido construídos para consolar Amitis a esposa meda de Nabucodonosor II (filha de Ciáxares) que, segundo alguns amigos do Ventor lhe disseram, então, vivia com saudades da sua terra, dos seus campos e florestas. O Ventor nunca acompanhou muito bem o reinado de Nabuco, porque ele era diferente de seu pai Nabopolassar que, apesar de se revoltar contra os assírios e ter travado várias batalhas em defesa da velha Babilónia, era um homem com tendências de paz, coisa que Nabucodonosor não sabia o que era. Nabuco, era um rei com tendências sanguinárias e obcecado pela destruição do velho Templo de Salomão, o que conseguiu.
Fora isso, ele transformou a velha cidade de Babilónia, na rainha do Oriente, um belo centro cultural, comercial e, talvez, na linguagem de hoje, um grande centro financeiro do mundo do seu tempo.
Entre as suas grandes construções arquitectónicas, além dos Jardins Suspensos, construiu um canal de defesa a ligar os rios Tigre e Eufrates, a 40 kms de Babilónia, cercado por um muro em toda a sua extensão - o Muro dos Medas, cercou Babilónia por um sistema de muralhas duplas, reconstruiu os seus templos e construiu um Zigurate com cerca de 90 metros a que quis chamar de nova Torre de Babel, imitando a outra construída por Nemrod.
Nabucodonosor era um líder cruel. Ele pensou expandir o seu império para SW e iniciou uma campanha militar contra os egípcios, derrotando-os, em Carquemish (actualmente, a cidade de Jerablus), em 605 A.C., cidade situada na fronteira entre a Síria e a Turquia, perto do rio Eufrates, a cerca de 100 kms a NE de Alepo. A sua campanha contra os egípcios teria a sua razão de ser, pois os egípcios mordiam nos calcanhares dos babilónios, bem perto do rio Eufrates e a batalha de Carquemish, deu-se ainda no tempo de Nabopolassar, amigo do Ventor, que devido a doença grave, entregou o comando do seu exército ao seu filho, como seria natural.
Na sequência da batalha de Carquemish, e da derrota egípcia, deu continuidade à sua linha de acção, rumo a SW e conquistou uma boa parte da Cilícia e da Síria, alargando bem o seu território com essas conquistas e, 604 A.C, Jeoiaquim, Rei de Judá, tornou-se seu vassalo mas, logo de seguida acabou por se revoltar.
Os exércitos babilónicos, cercaram Jerusalém em 598, A.C., Jeoiaquim morreu e sucedeu-lhe seu filho, Joaquim, também conhecido por Jeconias, como Rei de Judá que, acabou por se render, voluntariamente mas, juntamente com grande parte dos seus nobres e povo, foi deportado para a Mesopotâmia e essa deportação ficou conhecida como - Cativeiro de Babilónia.
Sucedeu-lhe, no trono de Judá, seu tio Zedequias mas não se entendeu com os babilónios e, apoiado pela sua corte, aliou-se aos egípcios, contra Nabucodonosor II e revoltou-se. Assim, em 587 A.C., Nabucodonosor II manda invadir o reino de Judá, tomando as suas cidades fortificadas e cercou Jerusalém durante 18 meses, acabando por destruir a cidade e o seu Templo.
A Jerusalém de hoje. A velha Jerusalém, nesta história, foi destruída por Nabucodonosor II
Nabuco, aniquilou os Fenícios, cercou a cidade de Tiro durante 13 anos, de 585 A.C. a 572 A.C., e obteve um poder hegemónico no Oriente Médio, conquistando tudo até ao Mar Mediterrâneo. Porém, a cidade de Tiro, já então com uma poderosa marinha, aguentou-se firme e, as forças de Nabuco foram obrigadas a retirar ao fim de 13 anos de cerco. A famosa cidade de Tiro, defendida por poderosas muralhas, aguentou firme até anos mais tarde sofrer o cerco de Alexandre, o Grande, caindo ao fim de 7 meses de luta, 240 anos depois depois do cerco de Nabuco, perante a intrepidez macedónica.
Mas depois da sua morte e sem sucessor, com a força de Nabucodonosor, os babilónios caem diante dos exércitos persas, em 539 A.C., comandados pelo Rei Ciro II da Pérsia, conhecido na história como Ciro o Grande, que mandou desviar o curso do rio Eufrates para conseguir penetrar na velha cidade de Babilónia».
Gostava de ter conhecido esse jardins suspensos da Babilónia...Deviam ser uma pequena maravilha! Gostei d ler toda a tua narrativa histórica, como sempre...muito bem descrita!" De facto, davas um óptimo professor de História! Eu não conheço Jerusalém, mas meus pais conheceram e gostaram muito...deram-me até um filme que fizeram acerca..que o guardo com carinho, como uma linda recordação de sua passagem por lá! Vai continuando a contar tuas "estórias", amigo, pois sinto que é um grande prazer para ti fazê-lo! Conheço alguém (que muito amo) que é como tu...sabes quem é...meu pai! Sabe muito de História (de Portugal e Mundial, bem como de Geografia) e ter uma discussão amena com ele é sempre agradável, pois, como tu, é um bom narrador de histórias! Parabéns! Bjs.
O Ventor já me falou deles algumas vezes e eu com toda a franqueza, gostaria de vos falar deles mas o Ventor nunca foi muito explícito sobre essas conversas. Uma vez desafiou o nosso amigo Patacôncio para discutirem num Fórum tudo o que é sabido sobre o Planeta X, mas acabou tudo por ir por água abaixo. Agora que eu estou a ficar com vontade de conhecer os Annunakis, vou espicaçar o Ventor para me falar de tudo que sabe sobre os Annunakis e o seu planeta Nibiru a que também chamam Marduk. Tentarei convence-lo. Terei mais umas coisas para vos dizer sobre o Império de Alexandre, mas esse ficou muitos séculos para trás e os Annunakis estão quase nos nossos horizontes. Eis, a seguir, o que o Ventor já me falou sobre eles:
Aproximam-se a alta velocidade do nosso Planeta Azul. O nosso planeta e deles também, segundo os Sumérios.
Os Sumérios falam deles nas suas tabuinhas de barro cozido, as suas famosas bibliotecas de escrita cuneiforme. Eu não quero falar deles, mas sempre te deixo umas luzinhas.
Uma das famosas "tabuinhas de barro dos sumérios
Eles, os Sumérios, sabiam que os Annunakis já cá andaram que, alguns, por cá terão ficado e que, segundo os cálculos por eles deixados nas tais tabuinhas de barro, voltarão, em força, 3.600 anos depois. Esses 3.600 anos do nosso tempo, são um ano para os Annunaki. Um ano, na sua contagem do tempo é o tempo que Nibiru, o seu planeta, leva a fazer o seu movimento de translação, desde que parte do ponto mais próximo do nosso Planeta Azul até regressar ao ponto mais próximo outra vez. O Nibiru a que alguns chamam entre outros nomes de Marduk, é nosso companheiro nesta esquina da nossa Galáxia, acabando sempre por vir dar uma olhada ao nosso Sol e ao nosso planeta, na sua caminhada de 3.600 anos nossos, o tal ano dos Annunakis.
Foram os Annunakis, habitantes de Nibiru que tripularam naves espaciais e especiais se quiserem, para pousar na Terra, aterrarem e comunicar com os nossos primitivos povos, havendo até, aqueles que pensam que foram esses homens que fizeram transformações genéticas, etç. Uma grande baralhada! Foi do meio deles que apareceram os deuses de que muito ouvimos falar, vários ou os mesmos com nomes diferentes, como ... aqueles de que ouvem falar.
No dia 21 de Dezembro de 2012, Nibiru voltará a atingir o ponto mais próximo do nosso planeta e poderão voltar a aterrar, a amarar, a "planar" em volta, em forma de satélite.
Só que, essa aproximação pode trazer-nos imensos problemas. As forças de tracção e repulsão, em confronto, poderão ser alteradas e até o nosso amigo Apolo corre perigos.
Vai correr perigo o nosso Planeta Terra como correu Tiamat? Que se irá passar de facto?
Ninguém sabe, apenas os cálculos astrológicos dos sumérios nos deixam suspensos das várias hipóteses que nos esperarão além de uma profecia suméria que será o "dia do Juízo Final".
Segundo informações diversas, a Nasa já terá avistado Nibiru - o Planeta X. Mas ou sabe tudo e não diz nada ou não sabe mesmo nada a não ser que ele vem aí. E, segundo os cálculos suméricos ou a profecia suméria, nos informam que nós ou nós e o Planeta Terra (parte do velho Tiamat), corremos, de facto, grandes perigos.
As forças tractoras do Sol, da Terra, da Lua, de Nibiru, ... vão digladiar-se nos espaços envolventes e, provavelmente, nem nós nem os Annunakis estaremos em condições de fazer seja o que for no caso da coisa dar para o torto.
Podem passar pelo nosso Planeta alguns deuses Annunakis ou outros, com grandes poderes ou sem eles mas, o Senhor da Esfera é só um e tudo vai depender dele. Não tenhamos "medo" dos Annunakis. Tenhamos "medo", apenas e só, dos desequilíbrios que as forças gravitacionais possam causar a nós e aos Annunakis.
Mantenhamos-nos atentos!
Os Annunakis desembarcarão no Planeta Terra, no nosso Planeta Azul mas, eles são seres inteligentes e, certamente, vão gostar da nossa companhia e nós da deles.
Segundo o que dizem as tabuinhas de barro suméricas traduzidas por Zecharia Sitchin, ou alguém que terá interpretado as traduções de Sitchin, essa gente de Nibiru, terá acampado cá na terra para obter ouro, necessário, então, para defender o seu Planeta de um efeito de estufa semelhante ao que hoje nos preocupa no nosso planeta.