segunda-feira, 11 de maio de 2026

Monte Nebo

| Pilantras 05.12.15

Encontrei aqui alguns rascunhos do Quico e, para os que não se recordam, o Quico foi o gato que, antes de mim, era o grande amigo do Ventor.

O Ventor andou a mexer nos discos externos e depois, já farto de tanta coisa, foi ver um filme. Aproveitei para ir vendo o que estaria por aqui, deixado pelo Quico. Encontrei um título de um post começado e não acabado. Esse título era simples. Dizia só: Monte Nebo.

Este é o Monte Nebo de que o Quico iria Falar e a morte não o deixou

"Mount Nebo BW 6" por Berthold Werner - Obra do próprio. Licenciado sob CC BY 3.0, via Wikimedia Commons

Ora eu estou farto de ouvir o Ventor falar em montes e nunca me tinha falado neste. Ele passa a vida a falar da Pedrada o grande monte da vida dele, na Derrilheira, na Naia, na Serrinha, no Giestoso (monte mais alto dos lados  da Peneda), nos montes que, grandes ou pequenos, nunca acabam.

Abri o Monte Nebo e descobri coisas novas que o Quico já sabia. Às vezes fico a pensar que o Ventor tinha razão ao dizer que eu nunca chegaria aos calcanhares do Quico para falar por aqui, das coisas do mundo mas, o que o Ventor não me disse, é que teve sempre muito tempo para o Quico e tem pouco tempo para mim.

O Quico também dizia que haviam homens que transportava a arca da aliança e, segundo o Quico, ela teria sido escondida pelo profeta Jeremias, nesse tal Monte Nebo, quando os exércitos babilónicos de Nabucodonosor invadiram Israel e destruíram o Templo de Salomão. O Monte Nebo situa-se na Jordânia e tem cerca de 700 metros de altura.

Placa no Monte Nebo

"Mount Nebo Distances" por David Bjorgen - Obra do próprio. Licenciado sob CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons

Daqui, conforme esta placa, Moisés despediu-se do Planeta Azul. Tinha a terra prometida à vista e não a iria pisar. Foi essa a vontade do Senhor da Esfera a que os israelitas davam e dão, o nome de Jeová. Conforme essa orientação da placa, Moisés viu Jericó, mas não a viu cair aos pés de Josué, quando ele manda tocar as trombetas para o ataque. Dali, Moisés viu Belém, o lago Tiberíades, o mar Morto, Jerusalém, Nablus, Ramallah e todo esse mundo que Cristo pisou

Na Arca da Aliança eram guardadas as Tábuas (chamam-lhe tábuas, mas eram de pedra) que Jeová entregou a Moisés para orientação do povo de Israel. Mas não há homens nem povo que não cometa pecados e o povo de Israel, foi escravizado por Nabucodonosor.

Jeremias terá escondido a Arca da Aliança algures e, há quem pense que ela estará nesse monte - o Monte Nebo.

Após a Conquista de Niceia


... pela 1ª Cruzada.

(para manter vivo o espírit

o do Quico, este vosso amigo Pilantras irá observando os rabiscos que ele por aqui deixou e publicá-los-ei, tal como aqui na sequência da 1ª Cruzada)

Conquistada Niceia, após um cerco de um mês e cinco dias, 14 de Maio a 19 de Junho de 1097, realizado pelos cruzados e um contingente bizantino, os cruzados partiram rumo ao seu objectivo inicial - a Terra Santa.

Os cruzados ficaram decepcionados com os bizantinos por negociarem a rendição de Niceia com os turcos seljúcidas nas suas costas e compreenderam que se encontravam sós, desvalorizando, por isso, o juramento quase obrigados a fazer com o Imperador. Por isso decidiram seguir rumo à Terra Santa não pensando mais envolver-se em conquistas a favor de Constantinopla.

A fim de colmatarem as necessidades de abastecimentos, a 26 de Junho, 7 dias após a queda de Niceia, dividiram-se em dois grupos, seguindo à frente um grupo comandado por Boemundo de Taranto e mais atrás, separados cerca de 5 km, um segundo grupo comandado por Godofredo de Bulhão e, de seguida, ambos os grupos se subdividiram em dois subgrupos.

A 1 de Julho de 1097, os turcos seljúcidas armaram uma cilada aos cruzados da frente, junto à margem do rio Thymbris, onde se iniciou uma grande batalha, conhecida como a Batalha de Dorileia, onde a força comandada por Boemundo de Taranto foi dizimada por uma cavalaria ligeira armada de flechas dos seljúcidas (os célebres arqueiros, cujas linhas da frente lançavam as flechas e eram substituídos por linhas atrasadas) com ataques e recuos sempre a massacrar os primeiros cruzados, até aparecerem as forças da rectaguarda a atacar os turcos de flanco e pela rectaguarda.

 

os arqueiros turcos seljúcidas, eram avelidosos com arco e flecha

Após a junção das forças dos cruzados, os turcos seljúcidas tiveram de abandonar o campo e fugir rumo a leste, deixando para trás, muitos dos seus pertencentes, tendas camelos e várias riquezas.

Após a batalha de Dorileia, os cruzados continuaram a avançar rumo a leste, quase sem oposição, conquistando algumas cidades que voltaram a ser ocupadas pelos turcos cerca de 4 anos depois.


Os cruzados eram temidos, pelas gentes da Anatólia

Balduino de Borgonha e Tancredo de Hauteville, ainda disputaram a cidade de Tarso mas seguiram rumo a Antioquia. Porém Balduino de Borgonha instigado por um arménio chamado Bagrat, dirigiu-se rumo ao rio Eufrates e foi tomar a Fortaleza de Turbessel.

Depois, convidado por Teodoro de Edessa, para ajuda-lo na disputa contra os arménios, ele teve grande influência na política do Condado e Teodoro adoptou-o como filho, herdando, logo após a sua morte, o Condado de Edessa, que foi o primeiro feudo cristão no Oriente Médio.

Rumo a Machu Picchu

| Ventor 09.03.13

Caminhando entre os nossos amigos incas, em sonhos. 

Há muitos anos atrás, o Ventor contou ao Quico e hoje contou-me a mim, o vosso amigo Pilantras, um sonho lindo, cuja ação foi fazer uma caminhada entre os seus amigo incas.

O Ventor teve alguns azares na vida. Um deles foi, em 1967, poder ir fazer uma viagem à Suíça mas, azar dos azares, a Força Aérea não o pode deixar sair por causa de umas manobras da NATO, em que o Ventor teria de ir uns dias para a Base Aérea do Montijo, onde iria acompanhar uma certa luta anti-submarina, com meios aéreos, etç. etç.

Um tipo, no Montijo, tinha adoecido e o Ventor iria lá fazer falta. No entanto, o Ventor acabou por não ser necessário no Montijo e manteve-se na sua Direcção, a Direcção dos Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo.

Depois, quem levaria o Ventor até à Suiça já caminhava pela França e essa viagem de sonho, acabou por não se realizar.

Então, o Ventor começou a ler coisas sobre as montanhas da terra do nosso amigo Guilherme Tell e, na leva, não tinha meio de parar e acabou por livros, revistas e mapas, ir parar a uma dessas últimas maravilhas modernas do nosso mundo, caminhando pelos célebres "canejos" de Machu Picchu, rodeados por outras montanhas célebres a que os homens chamam Andes. 

Não contente com a caminhada pelo papel, o Ventor, uma certa noite, foi parar a um Hotel na bela cidade de Lima, com um copinho desses na mão, o célebre Pisco Sour, dos seus amigos incas mais modernos. 

 

Machu-Pichu?
O Ventor, da janela do Hotel, observava as torres da bela Catedral de Lima, a capital do Peru e, observando tudo, só pensava chegar a Cusco. Chegado a Cusco, instalou-se num hotel de cuja janela, com o Pisco Sour na mão, espreitava e observava os cumes ainda brancos dos Andes, ainda nevados. Dali, viu sumir a tarde observando as belas paisagens naturais lá longe e viu cair a noite, resolvendo sair e dar uma vista de olhos pelos tascos dos bairros de Cusco. Nada de discotecas e pubs, apenas caminhando para desentorpecer as pernas e beber mais uns piscos-sours, tal como bebia os eduardinhos nos Restauradores, em Lisboa.
 
Catedral de Cusco
Regressado ao hotel, sentado numa cadeira e de roteiros e mapas estendidos sobre uma mesa, observava algumas imagens de monumentos com algum interesse histórico e, por fim, já noite dentro, terminado o duche, sorveu as últimas gotas do último pisco sour, já um pouco cansado da viagem e das pequenas caminhadas por Cusco, foi-se deitar. Adormeceu e começou logo a sonhar com Atahualpa, o último imperador dos Incas, com Cajamarca e com os espanhóis que não foram nada simpáticos para com ele. Nos seus roteiros existiam fotos de Lima, de Cusco e de Machu Picchu que os seus olhos devoravam para, nos dias seguintes, não ser muito surpreendido. 
São assim os vales em redor Cusco 
Descobriu que, por ali, o homem andino, os ancestrais incas, souberam viver em harmonia com a Natureza. Por isso, caminhando nos vales andinos, somos surpreendidos por encantos majestosos por onde o homem e a Natureza têm agido através dos séculos.
Porém, há muitos factores a considerar, para fazermos uma viagem ao centro do Império Inca. Claro que a viagem do Ventor foi apenas um sonho, um sonho inesquecível! Por isso, acabou por esquecer muitos dos aspectos que estariam presentes na sua viagem se ela fosse real. Estariam presentes a altitude e, eventualmente o "soroche" a tal doença da altitude que ataca muita gente não ambientada a altitudes superiores aos 2.000 metros, caso de Cusco a uma altitude de cerca de 3.400m.

A cidade Cusco é mais elevada que Machu-Pichu, 1.000m
Tudo isso lhe passou à margem! Daí a sua caminhada ser quase permanentemente regada com pisco sour, em vez de chá de coca. No entanto, apesar de tudo, do fim do seu sonho ele estava bem cansado. Não pelos motivos da altitude e do tal "soroche" mas, certamente, pela euforia das suas caminhadas nas visitas atarefadas pelo Templo do Sol, do seu amigo Kontiki e outros testemunhos que os seus amigos incas nos legaram.

 Talvez os líquidos que fazem falta para lutar contra o "soroche", não se baseiem, apenas, no chá da coca, mas no chá das videiras do pisco!

Machu Picchu

| Ventor 09.02.13

Caminhando, rumo a Machu Picchu, sonhando.

E o Ventor continuou a informar-me (ao vosso amigo Pilantras), tal como já tinha feito com o Quico, do que tinha fixado com os seus passeios por Cusco e disse-me:

No dia seguinte, após mais um duche e o pequeno almoço, espreitei pela janela do hotel e lá estava o Bus que nos levaria dar mais uma volta por Cusco e arredores, por onde observei algumas ruínas incas.

Eu apanhei pouco mas, por sorte, encontrei um resumo do Quico.

O lama observa tudo, 2430 km em redor do rio Urubamba 

E continuou:

«O Guia falava em castelhano e, não fosse eu levar a lição estudada, o que faço sempre que parto para uma missão, e não catrapiscaria nada mas, nestas circunstâncias, até me podem falar em chinês. Os mapas e roteiros já estavam na minha cabeça.

Chegado da volta do Bus, uma pequena caminhada pela Praça de Armas de Cusco, mais uma olhada sobre os seus horizontes, jantei e instalei-me, mais uma vez, com os mapas e roteiros sobre a mesa, que uma mão ia virando e revirando, enquanto a outra segurava mais um copo de pisco sour. Por fim, quando dei por mim, já catrapiscava os olhos e deitei-me. Dormi tranquilamente umas partes da noite e, nos intervalos, ia sonhando com o Vale Sagrado dos meus amigos Incas e o seu belo rio Urubamba.

Vale Sagrado dos Incas e o rio Urubamba

De manhã, levantei-me, tomei o meu duche, o pequeno almoço e, ainda muito cedo voltei à Plaza d'Armas de Cusco, onde desentorpeci as pernas e, um pouco depois, iniciava a minha nova viagem rumo a Machu Picchu.

Claro que a minha viagem a Machu Picchu não constava dos roteiros turísticos comprados pelo caminho ou em Cusco. Tratou-se apenas de um grande pesadelo que mais pareceu uma tortura. Fiquei desapontado com o trajecto do rio Urubamba. As imagens eram belas, o rio também mas, a subida para Machu Picchu foi tenebrosa. Os incas eram terríveis! O caminho era péssimo, feito tipo calçada com cerca de 50% da sua largura, já de si muito estreita, a desfazer-se sobre o abismo. Mas a caminhada prosseguia, entre incas amigos e incas hostis. Uns ajudavam-me na subida, outros queriam que eu me espatifasse nos precipícios sobre o rio Urubamba.

Cidade Inca de Macchu Picchu 
Mas cheguei a Machu Picchu!
Nas minhas caminhadas encontro sempre, gente boa e gente má. Neste caso entre os próprios índios incas, havia de tudo. No entanto, subi e desci os socalcos de Machu Picchu, entre uns e outros e, o melhor de tudo, foi ver o milho crescer, a água das regas rumava ao seu objectivo e, os barbos dos milhos cresciam entre os folhatos, nas pontas das espigas. Tirei deste sonho-pesadelo, três coisas interessantes. O pisco sour que ainda hoje espero beber um, a beleza das encostas que desciam dos picos andinos até aos meandros do Urubamba e fiquei a saber que, o rio Urubamba se dirigia rumo a norte para se juntar ao Amazonas. Para mim, então, o rio Urubamba, desceria dos Andes para o oceano Pacífico, ali ao lado mas não! Vi, in loco, no meu sonho que a realidade era diferente».
Machu-pichu
A sonhar, o Ventor já tocou nas pedras dos monumentos e templos incas, sentiu que os seus amigos incas, tal como ele, adoravam o seu amigo Apolo, ou Inti, ou ... e que têm uma predileção especial pela sua amiga Diana e, também, pelas suas grandes montanhas - os Andes.
Não é por acaso que, ainda hoje, os incas, todos os dias 24 de Junho, festejam o sol no seu Inti Raymi- Festival do Sol.

Mas o Ventor teve outros sonhos e pesadelos com os seus amigos Incas e já assistiu a um Inti Raymi e eu dir-vos-ei algo sobre eles. Eu sei que, o que o Ventor teria querido era beber o seu pisco sour. Mas na noite do sonho foi ao frigorífico a abanar a cabeça e bebeu o resto de uma caipirinha gelada que, na véspera, dissecara a boca ao Ventor e a um Comandante da Marinha aposentado que lhe falara de almirantes portugueses, da marinha portuguesa, dos cascos dos navios e outras coisas. Depois de barcos, de marinha, de cascos, etç., o Ventor acabou por ir passear para o centro dos seus amigos incas!

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A Primeira Cruzada

| Ventor 20.07.12

A primeira cruzada teve origem num pedido de ajuda do então Imperador de Constantinopla ou do Império Bizantino, de nome Aleixo I Comneno, que enviou uma embaixada ao Concílio de Placência que decorreu de 1 a 5 de Março de 1095 a pedir ajuda ao Papa Urbano II.

O império Bizantino ia lutando em todas as frentes, vencendo e perdendo batalhas nas suas fronteiras e, perdida a cidade de Niceia para os turcos Seljúcidas, o Imperador Aleixo apercebeu-se que só com a ajuda de mercenários enviados do Ocidente, via o Papado, poderia enfrentar os seljúcidas.

O Papa Urbano II, não perdeu tempo e inaugurou um concílio em Clermont onde prometeu indulgência a todos os que fossem levados a lutar contra os infiéis e morressem a libertar a cidade de Jerusalém. Todos os que morressem na luta pela libertação da Terra Santa, teriam um lugar no Reino do Céu. Urbano II foi, então aclamado por toda a multidão presente nesse concílio e, a partir daí, iniciou-se uma mobilização para levar a luta contra todos os pagões e, mais especialmente contra os muçulmanos.
Porém, os judeus foram os primeiros a pagar a factura do paganismo sendo perseguidos até à morte em várias regiões da Europa.
Logo após o Concílio de Clermont, multidões de cruzados populares iniciaram a sua partida para Constantinopla dirigidos por Pedro o Eremita e o cavaleiro Gualtério Sem-Haveres, uns meses antes da Cruzada dos nobres, tinham partido para Constantinopla constituindo cerca de 40.000 peregrinos, de onde seguiram, via Anatólia, para conquistar a Terra Santa mas começaram a ser chacinados pelos turcos seljúcidas, logo que atravessaram o Bósforo.
Os nobres franceses e outros, iniciaram os seus preparativos para rumarem à Terra Santa, via Constantinopla. Os seus preparativos terão levado mais tempo do que os cruzados populares pois tudo seria mais planificado para uma estratégia vencedora. 
Assim, Godofredo de Bulhão, partiu acompanhado por um exército da Lorena, pelos seus irmãos, Balduino de Bolonha, Eustâcio III de Bolonha e, por Roberto II da Flandres e os seus flamengos;
Raimundo IV de Tolosa, partiu acompanhado pelos cavaleiros da Provença;
Roberto II da Normandia, irmão do rei da Inglaterra e Estevão de Blois, neto de Guilherme I de Inglaterra, partiram acompanhados por um contingente formado por indivíduos do norte da França;
Hugo I de Vermandois, irmão de Filipe I da França, partiu como o portador do estandarte papal;
Boemundo de Taranto, líder dos normandos do sul da Itália, velho inimigo do império de Bizâncio também partiu rumo a Constantinopla.

Foi a chamada cruzada dos nobres, dos cavaleiros ou dos barões que conseguiram organizar forças militares com cerca de 35.000 homens, 5.000 dos quais cavaleiros e demais acompanhantes, num total de cerca de 60.000 homens e mulheres, contando com os cruzados populares. Muitos destes nobres levavam familiares!

À chegada a Constantinopla de mais uma trupe de milhares de pessoas, o imperador que já havia encaminhado as cruzadas populares do Pedro o Eremita, para a Anatólia, onde terão sido chacinados pelos turcos seljúcidas, recebe desta vez os comandantes nobres que encabeçavam as cruzadas e faz uma negociata com eles de lhes fornecer alimentos, desde que eles entregassem ao Imperador todas as terras que fossem conquistadas do lado de lá do Bósforo.  
Cercada Niceia, que se encontrava em poder dos turcos seljúcidas e deu origem ao pedido de ajuda de Constantinopla ao Papa Urbano II, acabou por cair nas mãos das forças de Constantinopla pois os turcos seljúcidas preferiram negociar com as forças do Imperador do que com os cruzados. Uma bela manhã, os cruzados ergueram a cabeça e o estandarte imperial flutuava ao vento nas torres do castelo de Niceia. Lá seguiram com o fito de atingir os seus objectivos: alcançar Jerusalém e conquistar a cidade para a cristandade!
Mas ia tornar-se difícil atravessar a Anatólia como veremos a seguir.

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